quarta-feira, 16 de maio de 2007

Diana

Este "cantinho-da-andreia" guarda pensamentos, momentos e dias especiais, amigos, pessoas queridas,... mas ficará e haverá sempre espaço para escrever sobre a família.
Assim sendo, hoje dedico este texto a uma menina. A Diana é minha sobrinha, faz hoje 2 aninhos. E como todos os sobrinhos que tenho (são 4 no total), sinto por eles um enorme carinho, um amor incondicional, ao ponto de ter um quadro na parede do escritório, só e exclusivamente com fotos deles. A Diana é a mais pequenina, é com ela que passo muitos dos meus dias, é das melhores companhias que tenho, e é também com ela que eu vivo momentos extraordinários.
Por incrível que pareça, tenho muito para lhe agradecer. É, muitas vezes por ela, que eu acordo, levanto-me e vivo mais um dia com a vivacidade de como se fosse o meu último dia, quando, no fundo nem me apetece levantar, e muito menos rir, cantar, brincar. Aquilo que ela gosta de fazer.
Apesar da sua espontaneidade de criança, a carinha, o sorriso, as brincadeiras que ela tem e me "obriga" a alinhar, fazem-me sentir muito bem, sentir que talvez ainda sou tão pequenina como ela é, e que, na verdade, há sempre dentro de nós, uma infância guardada, e que a qualquer momento quer soltar-se cá para fora, fazendo-nos sentir precisamente o que eles sentem, a alegria de viver.
Como eu costumo dizer, ela é tão pequenina, mas ao mesmo tempo, tão grande e tão adulta.
É incrível como se apercebe dos dias menos bons, da tristeza, da solidão que sentimos, manifestando-se contra isso. Por vezes, fala alto, tão alto, como se estivesse a dar o seu sermãozinho, no meio de palavras não muito bem ditas e de um palavreado, que, muito pouca gente entende o que significa. Outras vezes, faz-nos um "miminho", como se nos entendesse e sentisse piedade; e ainda há aquelas dias, que ela ergue a mão e diz: "ta-tau!", talvez com o objectivo de dizer: "Mereces levar uma "sova" por estares assim, tão mal. Eu estou aqui, podes brincar comigo e isso passa." E de facto, é o que muitas vezes acontece. Dá-nos a mão e quer brincar, caminhar, ver flores, animais, ou por e simplesmente caminhar, e ao mesmo tempo, fornecer-nos aquelas "palavras jeitosas", que, por vezes, merecem legenda. Quer queramos, quer não, ela consegue fazer o que muito poucos adultos fazem: abstrair-nos daquele sentimento mau.
Muito honestamente, antes de ser mais um membro da família, desejo ser uma verdadeira amiga dela, com quem poderá sempre contar. Eu terei todo o gosto e prazer de acompanhá-la no seu crescimento, e sempre que necessário, estar ao lado dela, para o que ela precise...
Obrigado pelos teus beijinhos, pelos "xi's" de coração, pelos miminhos que já trocámos, e pela tua alegria de menina. Sê muito feliz, pequenina!
Gosto muito de ti.
P.S. "Anéia! Anéééiiaa... Anééiiiaaaaa... Oh Anéia!... Qué bincá, qué?!"

2 comentários:

FIFI disse...

a diana s vem m lembro foi a k tu disseste pr ela dizer "feio" ou "mau"..hehehehehe as crianças nop metem.lol
e ela nem foi ao meu colo..zzzz
Parabens pr a meninasinha*****

Anónimo disse...

As crianças são assim, o melhor que o mundo tem.
Parabéns para a tua sobrinha, que tem muita sorte em ter uma tia assim.
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